quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Sobre o livro #15: Livros lidos em 2017 ❤️

    Em 2017 consegui ler 28 livros 😍. Estou muito feliz de ter realizado tantas leituras maravilhosas que marcaram muito. Alguns livros não foram tão legais quanto eu esperava, mas tudo bem, pois a maioria das leituras foram boas. O post está organizado na ordem que realizei a leitura. Então vamos aos livros.




1. O sorriso da hiena - Gustavo Ávila 
   Comecei o ano com esse livro e foi maravilhoso. Terminei ele super rápido, pois não conseguia parar de ler. O sorriso da hiena é um livro surpreendente que consegue prender o leitor. Dei minha opinião sobre ele em um post aqui no blog. Se ficou interessado dá uma olhada.

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2. Desventuras em série - O lago das sanguessugas - Lemony Snicket

   Gostei do livro. Recomendo para quem não tem o hábito de ler e quer adquirir. A leitura é muito fácil e sem dificuldades. Dessa série gostei mais dos dois primeiros livros. 

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3. Desventuras em série - Serraria baixo-astral - Lemony Snicket

  Achei o livro divertido, mas a história vai ficando um pouco cansativa. Não sei se vou continuar lendo a série.  
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4. Por que gritamos golpe? - André Singer

  Um livro bem esclarecedor. Ele dá uma análise da crise política e como isso ameaça a democracia. Alguns textos são um tanto quanto chatos, porém necessários.   

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5. Presos que menstruam - Nana Queiroz

  Esse livro é muito interessante. Ele nos conta as histórias das mulheres que por motivos diversos foram parar na prisão. Nos fala também a diferença de tratamento entre a cadeia feminina e masculina. Um livro muito bom para quem se interessa por questões sociais.

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6. Hibisco roxo - Chimamanda Ngozi Adichie

  Adoro os livros da Chimamanda. Ela sabe como ninguém escrever uma boa história. Chimamanda consegue falar de preconceito racial, intolerância religiosa, relacionamentos abusivos, imperialismo, política e cultura. Dei minha opinião sobre ele em um post aqui no blog. Se ficou interessado dá uma olhada.

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7. As boas mulheres da China - Xinran

  Livro muito bom que contém histórias marcantes sobre a vida das mulheres na China. Adorei realizar essa leitura, pois é um livro envolvente e realista. Dei minha opinião sobre ele em um post aqui no blog. Se ficou interessado dá uma olhada. 

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8. Para educar crianças feministas - Chimamanda Ngozi Adichie

  Esse livro não é apenas direcionada para meninas. Chimamanda escreve para as pessoas que querem criar seus filhos da mesma forma não importando se são meninas ou meninos. O livro é escrito de forma bem simples e seu discurso é direto. 

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9. A lua de mel - Sophie Kinsella

  Não gostei muito do livro. Confesso que teve momentos que ri um pouco por conta da história. Achei o livro clichê e definitivamente não sou o público alvo desse estilo de livro. Em 2016 li o  "Fiquei com seu número" da mesma autora e também não gostei muito. Fiz até um post sobre ele aqui no blog.

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10. Contos Negreiros - Marcelino Freire

  Livro muito interessante. Seu foco é na população negra, mas os contos do livro vão desde preconceito racial a homofobia. 

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11. Dossiê Fidel Castro - Rodolfo Lorenzato

  Queria conhecer um pouco mais da história do Fidel Castro e de como aconteceu a revolução em Cuba por isso, resolvi ler esse livro. Senti que o autor poderia ter desenvolvido mais, pois fiquei com impressão da história estar bem resumida. Mas a leitura valeu a pena já que consegui me informar sobre essa figura que muitos amam e muitos odeiam.

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12. Sentimento do mundo - Carlos Drummond de Andrade

  Não tenho o costume de ler poesias. Confesso que geralmente não compreendo muito bem, pois, as considero muito subjetivas. Mas, com esse livro tive uma experiência bem legal. Claro tiveram poemas que não gostei. Contudo, ao todo o livro é muito bom.

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13. O planeta dos macacos - Pierre Boulle
 Já tinha assistido a um dos filmes (aquele com James franco), mas não tinha gostado muito. Porém, a história do livro não tem quase nenhuma semelhança com o filme. Nem preciso dizer que o livro é 1000 vezes melhor. Foi uma obra que me prendeu bastante e não conseguia parar de ler.

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14. Sensacionalista - Martha Mendonça, Leonardo Lanna e Marcelo Zorzanelli


  Assisti a uma entrevista dos autores no canal do Jacaré Banguela e fiquei curiosa para ler o livro deles. O livro é uma coletânea dos melhores textos que foram postados no site. A leitura foi agradável, mas não tem nada de muito extraordinário.

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15. A história do Brasil em 50 frases - Jaime Klintowitz

  Amei realizar essa leitura. Pude conhecer um pouco mais das pessoas que marcaram nossa história de modo positivo ou negativo. É uma escrita super acessível e de fácil compreensão.

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16. Sejamos todos feministas - Chimamanda Ngozi Adichie

  Li esse livro em 2016 e reli em 2017, pois ele é muito bom e traz reflexões novas acerca do feminismo. Sério, se você não leu esse livro "o que você tá fazendo da vida?". Já tem resenha dele aqui no blog.


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17. Entre o mundo e eu - Ta-nehisi Coates

  Leitura muito importante, pois o autor fala sobre ser negro e traz suas vivencias. O livro é como se fosse uma carta que o Ta-nehisi Coates escreve para seu filho contando situações que ele pode enfrentar pelo fato de ser negro. Livro excelente.


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18. A cidade do sol - Khaled Hosseini

  Esse livro foi uma releitura. De inicio fiquei com receio de ler ele novamente e não gostar, pois li ele pela primeira vez há muito tempo. Mas continuo amando essa história. Esse é um livro extremamente comovente e que traz temas super importantes como por exemplo a violência contra a mulher.

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19. O conto de Aia - Margaret Atwood
  
  Foi uma leitura muito interessante, porém esperava mais do livro. Achei a história um pouco lenta e em alguns momentos até confusa. No geral, a leitura valeu a pena.

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20. O Papel de Parede Amarelo - Charlotte Perkins Gilman

  Uma história muito perturbadora porém incrível que nos faz refletir sobre o papel feminino. Li esse livro durante a madrugada e fiquei com medo ( sim sou cagona ), mas se você é uma pessoa normal não vai ter medo kkkk

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21. Para poder viver - Park Yeon 

  Nesse livro Park Yeon conta sua trajetória desde a infância até sua fuga da Coréia do Norte. É um relato que traz várias curiosidades e "bizarrices"  desse país tão isolado do resto do mundo.

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22. Americanah Chimamanda Ngozi Adichie 

  Como sempre os livros da Chimamanda tem muita crítica social e nos faz refletir sobre questões da nossa vida. Esse livro trata também dos imigrantes nos EUA e as dificuldades que eles enfrentam. Vale muito a pena realizar essa leitura.

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23. O Palácio de Inverno - John Boyne


  Estou acompanhando a Tatiana Feltrin no projeto de leitura Os Romanov. Não estou lendo na mesma ordem que a dela e resolvi começar por esse livro. Bom, o plano de fundo da história é muito boa, pois é a vida da família Romanov, mas as tramas individuais deixaram a desejar. O livro está cheio de falas clichês que quase me fizeram desistir de continuar lendo. E "grande surpresa" do livro não é nenhuma surpresa. 

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24. Nicolau e Alexandra - Robert K. Massie

  Mais um livro do projeto de leitura da Tatiana Feltrin, mas dessa vez gostei muito de realizar essa leitura. Robert K. Massie tem uma escrita agradável e isso não deixa a leitura maçante. Neste livro nós vamos acompanhar toda a trajetória do último Czar russo e sua imperatriz.

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25. Bala Perdida - Vários autores

  Esse livro tem vários artigos que abordam a violência policial e nos faz refletir sobre os motivos que esse tipo de coisa acontece. Alguns artigos são um pouco chatos, mas a leitura vale a pena.

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26. Mulheres, Raça e Classe - Angela Davis

  Nesse livro Angela Davis fala das formas de opressão que são infligidas as mulheres negras nos EUA e atrelando a fatos históricos que nos faz entender a sociedade de hoje. Achei muito interessante  que a autora conta como o movimento das mulheres se articulou junto com o movimento abolicionista.

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27. Origem - Dan Brown

  Não gostei muito desse livro. Na verdade foi decepcionante. A fórmula de escrita do Dan Brown todo mundo já conhece e pouco surpreende. E tem uns diálogos que pelo amor de Deus... 

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28. Um Apelo a Consciência - Martin Luther King Jr

  Esse livro nos ajuda a entender melhor a luta contra o racismo. Martin Luther King Jr tinha uma política de luta sem o uso da violência e isso fica bem evidente em seus discursos. Ótima leitura.

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 Até a próxima! 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Sobre o livro #14: 6 livros para 2018

   Em 2017 consegui ler 28 livros, porém, da lista que fiz de 12 livros para 2017,  li apenas 5. Foi flop sim ou claro? kkkk. Mas como somos brasileiros e não desistimos nunca resolvi fazer uma nova lista de leituras para 2018.
    No entanto, dei aquela bela diminuída na quantidade de livros. Agora, ao invés de 12 vão ser 6 livros para 2018. Vamos rezar para o flop parar kkkk. Então, vamos lá para os livros.

 1. A Guerra Não Tem Rosto De Mulher - Svetlana Alexievich
 SINOPSE: A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino: soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente. É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Alexiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.
NÚMERO DE PÁGINAS: 392


2. Meio Sol Amarelo - Chimamanda Ngozi Adichie
 SINOPSE: Filha de uma família rica e importante da Nigéria, Olanna rejeita participar do jogo do poder que seu pai lhe reservara em Lagos. Parte, então, para Nsukka, a fim de lecionar na universidade local e viver perto do amante, o revolucionário nacionalista Odenigbo. Sua irmã Kainene de certo modo encampa seu destino. Com seu jeito altivo e pragmático, ela circula pela alta roda flertando com militares e fechando contratos milionários. Gêmeas não idênticas, elas representam os dois lados de uma nação dividida, mas presa a indissolúveis laços germanos — condição que explode na sangrenta guerra que se segue à tentativa de secessão e criação do estado independente de Biafra. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 504


3. Pedro, o Grande - Sua vida e seu mundo - Robert K. Massie

SINOPSE: Sobre o pano de fundo da Europa e da Rússia nos séculos XVII e XVIII, desenrola-se a magnífica história de Pedro, o Grande. Coroado aos dez anos de idade, ele foi um czar bárbaro, volátil e feudal, com um pendor para a tortura; um reformador progressista e iluminista do governo e da ciência; e um estadista de visão e relevância colossais. Pedro, o Grande, encarnava as maiores forças e fraquezas da Rússia, enquanto ao mesmo tempo foi figura de proa do desenvolvimento de seu país. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 1084




4.  Nada a invejar - Vidas comuns na Coreia do Norte - Barbara Demick

SINOPSE: Correspondente do jornal Los Angeles Times em Seul, capital da Coreia do Sul, entre 2001 e 2006, a jornalista americana Barbara Demick fez uma exaustiva pesquisa de documentos, fotos e vídeos e entrevistou dissidentes e refugiados norte-coreanos que haviam fugido para a Coreia do Sul ou para a China. Pontuadas por informações gerais sobre a economia e a cultura do país, as histórias de Nada a invejar — título irônico extraído de um hino ufanista norte-coreano — se entrelaçam para formar um painel bastante vívido do cotidiano na Coreia dos ditadores Kim Il-sung (1912-94) e Kim Jong-il (1942-2011), pai e filho que reinaram absolutos por mais de seis décadas e ainda perpetuam seu legado autoritário na figura do herdeiro Kim Jong-un. Uma das virtudes do livro é mostrar como o culto à personalidade dos tiranos foi forjado numa mistura peculiar de marxismo-leninismo mal digerido com as tradições religiosas e populares locais. O controle absoluto da vida pessoal, que faz de cada vizinho (ou mesmo um familiar) potencial espião e delator, perpassa os relatos de todos os personagens entrevistados, assim como as dificuldades materiais e a fome — sobretudo depois da crise de escassez dos anos 1990 —, as marcas da guerra entre as Coreias e as parcas perspectivas de progresso educacional ou profissional. Uma realidade sufocante que não exclui, porém, o humor, os gestos de altruísmo e solidariedade ou os sonhos de liberdade. Com uma escrita ágil e envolvente, que atesta o ótimo domínio das técnicas narrativas literárias, a autora conduz os leitores pela experiência fascinante de espiar a vida de uma das sociedades mais isoladas e reprimidas do planeta. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 416

5. A cor púrpura - Alice Walker 
SINOPSE: Vencedor do Prêmio Pulitzer em 1983 e inspiração para a obra-prima cinematográfica homônima dirigida por Steven Spielberg, o romance A cor púrpura retrata a dura vida de Celie, uma mulher negra no sul dos Estados Unidos da primeira metade do século XX. Pobre e praticamente analfabeta, Celie foi abusada, física e psicologicamente, desde a infância pelo padrasto e depois pelo marido. Um universo delicado, no entanto, é construído a partir das cartas que Celie escreve e das experiências de amizade e amor, sobretudo com a inesquecível Shug Avery. Apesar da dramaticidade de seu enredo, A cor púrpura se mostra muito atual e nos faz refletir sobre as relações de amor, ódio e poder, em uma sociedade ainda marcada pelas desigualdades de gêneros, etnias e classes sociais. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 336

6. As meninas - Lygia Fagundes Telles 
SINOPSE: Não foram muitos os escritores que, no auge da ditadura militar no Brasil, abordaram em seus textos temas como a repressão e a tortura e escreveram obras de contestação como As meninas, de Lygia Fagundes Telles. Livro árduo, dolorido e lindo, As meninas relata os conflitos no relacionamento de três jovens que têm entre si um ponto em comum, a solidão, e como pano de fundo os governos militares. Três universitárias compartilham com algumas freiras um pensionato em São Paulo. Ana Clara gosta de um traficante e vive drogada. Lia briga contra o regime, Lorena, filhinha de papai, ajuda as outras duas com dinheiro. Lia se envolve com Miguel, que é preso e trocado por um diplomata. Sem ligar para a política ou as drogas, Lorena se apaixona por um médico casado e pai de cinco filhos. Um enorme espaço separa o universo das pensionistas e seus dramas das religiosas, que se apavoram com a liberdade das três moças. Cada uma das personagens é um poço de conflitos e monólogos interiores que vêm à tona através das confidências íntimas de cada uma e que se ligam à miséria política e cultural da época. O texto de Lygia Fagundes Telles não cai na vulgaridade, não se banaliza apesar do tema. A linguagem é coloquial e expressiva e os diálogos abandonam as conveniências formais. As meninas de Lygia são, afinal, as jovens do nosso tempo, saídas da adolescência e ingressando na plenitude da mocidade. Nada mais atual. Apontada pela crítica como um sucesso absoluto, As meninas é uma obra que resultou do esforço de três anos de trabalho dessa autora perseverante, que valoriza a palavra e mostra, através de seus textos, a luta de todos nós em defesa da liberdade. 

NÚMERO DE PÁGINAS: 304
                                                                     
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